BRASÃO DO ESTADO DO AMAZONAS

O brasão do estado do Amazonas foi aprovado pelo Decreto no 204 de 24 de novembro de 1897
O Brasão do Amazonas foi constituído por ato do Governo Provisório da República, como se vê na legislação específica, e regulamentado tempos depois, com o restabelecimento das formas originais.
A ELÍPSE - Significa os rios, Solimões e Negro, na confluência formando a partir deste ponto o rio Amazonas.
O CAMPO AZUL - Que retrata o céu brasileiro, uma estrela nunciadora da paz e do progresso.
NO ENGALHAMENTO DOS RIOS - Através de um barrete Phrygio, representa a nossa lealdade para com a República.
O CAMPO VERDE - Que reflete nossas florestas.
O ENTRELAÇADO DE DUAS SETAS - Recordam a gênese, da nossa grandiosidade, e as DUAS PENAS que as cruzam, a civilização moderna.
A CORRENTE DE FERRO, ENVOLVENDO A ELÍPSE - Representa estabilidade da autonomia política no Amazonas.
OS EMBLEMAS DE NAVEGAÇÃO, LIGADOS POR UM LAÇO VERDE COM DUAS PONTAS DOBRADAS, PENDENDO DA CORRENTE NA PARTE DE BAIXO.
NA PONTA DIREITA - Lê-se a inscrição 22 de junho de 1832, data em que a antiga Comarca do Alto Amazonas se proclamou (por armas) como província independente.
NA PONTA ESQUERDA - 21 de novembro de 1889, dia em que o Estado aderiu à revolução ingente, de 15 de novembro do mesmo ano.
NA EXTREMIDADE DA ELÍPSE, DESPERTA O SOL NO ALTO DO ESCUDO, A ÁGUIA AMAZONENSE - De asas abertas, unhas aduncas e o bico entreaberto, simboliza a grandeza, a força de nossa punjança.
DO LADO DIREITO DO ESCUDO - Sobressaem os emblemas da indústria.
DO LADO ESQUERDO DO ESCUDO - Nascendo da âncora, os emblemas do comércio e agricultura.
HINO
É vigorante desde 1o de setembro de 1980, aprovado pelo governador José Lindoso, pela Lei no 1404
Letra do HINO DO ESTADO DO AMAZONAS
Letra de Jorge Taufic - poeta e jornalista, nascido em Sena
Madureira, estado do Acre, no dia 13 de setembro de 1930
Música de Cláudio
Santoro - regente, músico, compositor e articulador, nascido em Manaus, no dia
23 de novembro de 1919
Nas paragens da história, o passado
É de guerras, pesar e alegrias
É vitória pousando
Suas asas sobre o verde da paz que nos guia.
Assim foi que nos tempos escuros
Da conquista apoiada ao canhão,
Nossos povos plantaram seu berço,
Homens livres na planta do chão.
Amazonas, de bravos que doam,
Sem orgulho nem falsa nobreza,
Aos que sonham seu canto e lenda,
Aos que lutam mais vida e riqueza.
Hoje o tempo se faz claridade,
Só triunfa a esperança que luta,
Não há mais os mistérios
E das matas um rumor de alvorada se escuta
A palavra em ação se transforma
E a bandeira que nasce do povo
Liberdade há de ter no seu pano
Os grilhões destruindo de novo.
Amazonas, de bravos que doam,
Sem orgulho nem falsa nobreza,
Aos que sonham seu canto e lenda,
Aos que lutam mais vida e riqueza.
Tão radioso amanhece o futuro
Nestes rios de prantos selvagens,
Que os tambores da glória
Despertam ao clarão de uma eterna passagem.
Mas viver é destino dos fortes,
Nos ensina lutando a floresta
Pela vida que vibra em seus ramos,
Pelas aves, suas cores, sua festa.
Amazonas, de bravos que doam,
Sem orgulho nem falsa nobreza,
Aos que sonham seu canto e lenda,
Aos que lutam mais vida e riqueza.
Fonte: informações gentilmente cedidas, em março de 2001, por Ana Christina Santos - Diretora da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas
Biblioteca Virtual do Amazonas
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